terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A Arte de Delegar

Sabia que 90% dos empresários têm receio de Delegar tarefas aos seus colaboradores?

Sem darem conta estão a travar o crescimento dos seus, colaboradores, das suas equipas, do seu negócio, pondo em causa o seu próprio equilíbrio pessoal.
 
Quando um negócio nasce é comum que você enquanto empreendedor faça tudo: é o administrador, cria projectos, sai em busca de clientes, paga, cobra, e muitas vezes também tem de cuidar do espaço que ocupa, limpando, arrumando, organizando, arquivando etc. Isto faz com que o crescimento pare, deixe de GERAR muito dinheiro, porque está dedicado a tarefas, algumas delas de muito pouco valor acrescentado. A solução é aprender a DELEGAR.

Existem três razões fundamentais para que comece a delegar actividades nos seus colaboradores e deixe você de as fazer.

1.       Transforma a sua empresa num Negócio Profissional

Quere fazer tudo, vai limitá-lo na hora de fornecer um melhor serviço ao seu cliente, e a sua empresa nunca será tida em conta como “profissional”. O objectivo é criar um sistema que lhe permita abrir rapidamente outras sucursais e porque não ciar um franchising.

2.       Liberdade Financeira

O verdadeiro objectivo de um negócio é que este trabalhe perfeitamente si, sem que tenha de estar presente. O problema é que 95% dos Empresários gostam de jogar o jogo do “Cavaleiro Solitário” e vivem escravizados na sua empresa e assim nunca conseguirão disfrutar dos Grandes Benefícios de ser Empresário.

3.       Peça ajuda a um especialista

Detectar as falhas de uma empresa não é tarefa fácil, é necessária humildade para as reconhecer. Antes de delegar deve saber como fazer correctamente as coisas, uma vez que ao delegar, delegamos uma má prática e isso contraproducente. Uma excelente opção é um Business Coach, que o ajudará a gerar essas estratégias, que o ajudará a tornar-se num verdadeiro Empresário, capaz de delegar tarefas, gerir melhor a sua equipa de trabalho e elevar a sua empresa para um patamar superior.

Quando tem de fazer tudo sozinho, nem que tenha apenas alguns clientes não poderá atende-los a todos como gostaria, uma vez que não há ninguém que saiba fazer tudo com qualidade. Mas quando se trata do seu próprio negócio, a teimosia impera e impede-o de ver mais além.

É importante recordar que as equipas de trabalho são fundamentais para o desenvolvimento e progresso de uma empresa, porque as actividades ou trabalho em grupo são mais eficazes do que os esforços individuais.

Aprendendo a delegar, há factores que deve cuidar ao máximo:

Ganhar mais em menos tempo

A produtividade de uma empresa não depende de quanto tempo se investe, mas sim da eficiência dos empregados. Assim sendo, automaticamente o tempo investido será menor. É importante utilizar o capital humano para se destacar e sobressair no mercado, entregando tarefas específicas a especialista e conhecedores do tema.

Aumentar o talento

Os colaboradores devem tirar profissionalmente o melhor de si mesmos. Exponenciar o seu talento e cumprir com o que se lhe pede, procurando soluções e novas ideias.
A longo prazo, os colaboradores vão-se apropriando das tarefas delegadas e vão aprimorando a execução das mesmas, desenvolvendo vários aspectos da sua performance individual e da própria equipa.

 Manter a energia

Se os colaboradores têm demasiadas tarefas diárias, a energia começa a diminuir aos poucos e o desempenho é deficiente. No entanto, quando o focus é só numa tarefa sem preocupações extra, a energia orienta-se para cumprir a tarefa, mantendo uma boa reserva de energia.

Motivação

Ao confiar no talento de um colaborador demonstra que espera os melhores resultados e satisfação. Para o implicado, este é um factor de grande motivação e para cumprir com os objectivos definidos.
Ao mesmo tempo, dá-se-lhe poder, autonomia e responsabilidade, pelo que a sua auto-estima estará constantemente a aumentar.

Não à distracção

É considerada uma das principais barreiras ao progresso e eficiência, mais ainda quando a tarefa é desconhecida para o colaborador. É melhor delegar a tarefa a quem realmente a saiba executar e dedicar-se a trabalhar nos temas que domina.

Compromisso

Ter um trabalho específico requer mais responsabilidade em cumprir e obter bons resultados, pelo que é importante que o colaborador se comprometa com as suas funções. Se o desempenho trouxe benefícios positivos à empresa e são reconhecidos pelas chefias, o colaborador terá maior sentimento de compromisso.

Diminuição do Stress

Se a empresa cumpre com os seus objectivos de curto prazo e está no caminho correcto para os de médio e longo prazo, gerará automaticamente satisfação na equipa. O qual minorará o Stress e aumentará a felicidade, energia e criatividade.

Em resumo caro Empresário, ao quere fazer tudo no seu negócio só conduzirá a um de dois caminhos: O seu negócio nunca cresce e no fim acaba doente e stressado com a responsabilidade que isto acarreta. Comece por pôr em prática esta forte estratégia de delegação e permita que o seu negócio atinja outro nível.

Está na hora de entrar em acção!!!

Inicie 2014 com o pé direito vindo assistir a um dos workshops gratuitos da Addimpact, venha conhecer as estratégias que uma equipa de Business Coaches certificados tem para poder ajudar os empresários que querem e acreditam que é possível vencer a crise.

 
Paulo Anjos

(Business Coach e Director Geral)

Como motivar os seus colaboradores


Em toda a empresa os colaboradores são fundamentais, pois são eles que fazem com que esta funcione. É por esta razão que são denominados como capital humano, cuja definição dá destaque à sua posição como elemento chave para o negócio

O êxito ou fracasso da empresa despende em grande medida do talento da equipa. É por isso que a cada nova contratação, mostra-se indispensável assegurar que todo o colaborador tenha todas as ferramentas indispensáveis e os conhecimentos, para desempenhar correctamente a sua missão, mas se os colaboradores não contam com uma motivação (seja ela qual for) para desempenhar a sua missão, por mais talento que tenham, jamais darão o rendimento que a empresa deles espera e necessita. Existem três aspectos básicos aos quais deve prestar muita atenção, para identificar essas motivações na sua equipa.

1.      Atitude

A motivação na empresa, ou em qualquer outra organização, emana da atitude das pessoas que a compõem. A atitude não se pode implementar como se faria como por exemplo com um horário de trabalho flexível.
 
2.      Ambiente

A motivação corresponde à atitude vital das pessoas perante o trabalho e os desafios, que depende maioritariamente da idiossincrasia de cada um, e que é fortemente influenciado pelo ambiente. Nesse sentido a tarefa fundamental dos directores e chefias não é tanto de motivar os seus colaboradores, é sim evitar que estes se desmotivem.

3.      Efeito de contágio

Supostamente o que há a fazer, a todos os níveis é liderar pelo exemplo. Se um líder começa a entrar no escritório arrastando os pés, ao fim de uns meses todos os seus colaboradores estarão arrastando os pés. Tanto o entusiamos como o desânimo são atitudes fortemente contagiosas, especialmente vindas da liderança. Mas enquanto o entusiasmo e a motivação contagiam-se em todas as direcções, a desmotivação é uma epidemia que geralmente é transmitida de cima para baixo.

Além disto é importante não negligenciar os seguintes temas:

1.      Motivar ou evitar a desmotivação?

Muito se tem escrito e falado sobre motivação. Nestas linhas abordarei a perspectiva de evitar a desmotivação. Quero com isto dizer, que os colaboradores têm uma motivação interior para enfrentar a vida profissional e pessoal.

A nossa missão é conseguir criar o ambiente necessário para que esta motivação não diminua, e que inclusivamente até possa aumentar. São os trabalhadores que levam a sua própria motivação para o trabalho. Nas nossas empresas devemos garantir que diferentes aspectos, tais como a remuneração, a forma como as pessoas são tratadas, planos de carreia, ambiente de trabalho, a definição de objectivos, as tarefas, etc. Não desmotivem os colaboradores.

Cada colaborador pode ter diferentes tipos ou dimensão de necessidades, que o motivam a satisfazê-las. Se pudermos atender a essas necessidades, as pessoas adquirirão um compromisso com a organização de acordo com o tipo de necessidades atendidas.

2.      Remuneração

Inicialmente o colaborador tem só necessidade económicas para satisfazer, isto é, quer ter uma remuneração adequada ao seu posto de trabalho. É importante que o que é considerado adequada seja partilhado por ambas partes.

Deve ter em consideração que alguns colaboradores ficam neste nível, a sua necessidade básica é suprimir a necessidade económica. Assim é conveniente que o colaborador perceba que se deve esforçar para preencher esta necessidade. Nos casos em que o colaborador perceba que tem a remuneração assegurada, independentemente do esforço pode provocar uma diminuição do seu desempenho e consequentemente da sua motivação.

3.      Crescimento Pessoal

Para aquelas pessoas que à parte das necessidades económicas, valorizam o crescimento pessoal, é imprescindível dispor de planos de carreira, novos desafios, aquisição de novos conhecimentos (formação, novas experiências, tarefas diferentes, etc.) e consequentemente possibilidades de crescimento e evolução dentro da empresa.

4.      Ligação com a empresa

Para além deste grupo, poderemos encontrar um outro grupo de pessoas que, querem estar vinculadas à organização da qual fazem parte. Esses colaboradores necessitam de partilhar objectivos, missão e outros aspectos transcendentais à organização a que pertencem. Para eles devemos ter uma boa comunicação dos objectivos a serem alcançados, partilhar a definição do futuro da empresa, etc.

Devemos facilitar-lhes a autonomia na tomada de decisões, que lhes permita desenvolver com liberdade os seus critérios. Se este grupo não percebe que fazem parte do projecto empresaria, tentarão procurar outro projecto em qualquer lado, ou acabarão desmotivados, sendo estes os elementos com maior potencial na organização.

Está na hora de entrar em acção!!!

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Paulo Anjos

(Business Coach e Director Geral)

5 Armas Contra a Crise!

Uma Crise Económica, é muitas vezes apenas mais um pretexto para o empresário dizer que o seu negócio não vai bem.
Porque é que as coisas vão correndo muito bem a alguns empresários, mesmo quando há crise?
Neste artigo terá a oportunidade de conhecer a fórmula para continuar a fazer bons negócios, sem ter em consideração os factores externos que o rodeiam.



 
É importante realçar que apesar da profunda crise que tem assolado Portugal nos últimos anos, há inúmeros casos de sucesso empresarial por esse país fora. Admiravelmente, esses casos de sucesso são transversais a todos os sectores da economia portuguesa, desde os mais tradicionais até aos mais conotados com a indústria de ponta e de alta tecnologia, não esquecendo a agricultura, o comércio e os serviços. O que é que todos estes negócios têm em comum, para terem sucesso apesar deste mar de adversidades em que navegamos?

Não tenho dúvidas que incorporaram na sua estratégia alguma(s) da(s) das “armas” que vos darei a conhecer.

É normal que em momentos de instabilidade económica, muitas organizações não tenham os resultados esperados. No entanto, mesmo em situações adversas, há sempre empresários que descobrem a fórmula para o sucesso, e que, vêem oportunidades de negócio onde outros não vêem. Daí a celebre frase da qual desconheço a autoria, “Enquanto uns choram, outros vendem lenços!”

Qual é a chave do sucesso destes empresários? Poderíamos resumi-la a dois factores: visão de médio e longo prazo e as estratégias de negócio.

Preocupamo-nos ou ocupamo-nos?

Qualquer adversidade vem acompanhada de oportunidades e uma desaceleração económica não é excepção. É por isso que na Addimpact temos 5 “armas” que o ajudarão a mitigar os riscos da crise e que pode usar em benefício do seu negócio.

1.      Continue a Inovar

Dizem por aí que “a necessidade aguça o engenho”, por isso comece por responder às seguintes questões:

Que outro bem ou serviço posso fornecer aos meus clientes atuais?

Como posso servir melhor o mercado que eu tenho acesso?


2.      Identifique o seu mercado alvo

Dentro de um grande universo de consumidores, existem pequenos grupos com características distintas e necessidades específicas. Tomemos por exemplo o sector automóvel: um exemplo de segmento, é o dos compradores de automóveis de luxo, um outro, o dos utilitários e económicos. Dentro destes segmentos há subgrupos, (denominados nichos) como por exemplo o dos utilitários desportivos.

Normalmente estas “fatias” do mercado são negligenciadas por serem pequenas, mas ao focar-se num destes nichos, permitirá posicionar-se como um perito na área. Procure nichos onde não há competição e torne-se líder. Isto dar-lhe-á uma vantagem sobre qualquer competidor e não perderá tempo tentando vender a prospectos que nunca se vão tornar clientes.

 
3.      Invista em Publicidade

Quando uma crise se aproxima a primeira coisa que fazem a maioria das empresas é cortar no seu orçamento de publicidade. Um empresário inteligente faz precisamente o oposto. Mas é extremamente importante identificar exactamente que tipo de publicidade traz melhores resultados. Lembre-se que, para cada euro que você investe em publicidade, muitos mais deverão entrar em consequência desse investimento, isto só é possível Testando & Medindo. 

Lembre-se que publicidade eficaz, é a chave para aumentar o número de prospectos que necessita para aumentar as suas vendas.
 
4.      Utilizar o E-marketing

Hoje em dia, a internet é uma das principais ferramentas que ajudam os negócios a expandir os seus mercados e a poder conquistar clientes, em lugares que até há pouco tempo era inimaginável lá chegar. Em 2011 Portugal tinha cerca de 5.168.800 utilizadores de internet registados, o que corresponde a 48% da população, 4.173.880 têm contas no facebook e 97,6% dos internautas portugueses fazem pesquisas no Google, quando procuram algo. Ter uma página na internet, bem desenvolvida, com a sua presença optimizada nos motores de busca e com focus comercial, permitir-lhe-á promover os seus bens e serviços a potencias clientes de outras cidades ou até de outros países. Um mundo de oportunidades à sua espera.
 

5.      Fazer mais com menos

Optimização de recursos, aumentar a produtividade e ganhar eficiência deverá ser a palavra de ordem sempre, independentemente de estarmos a viver um período de expansão ou recessão. Logicamente este tema aparece mais valorizado em períodos difíceis. Tecnicamente esta optimização de recursos chama-se Alavancagem. As quatro áreas onde se pode Alavancar um negócio são: Pessoas & Formação, Sistemas & Tecnologia, Distribuição e Testar & Medir.
 
 
Peça ajuda a um especialista. As PMEs que têm registado maiores taxas de crescimento, são as que estão a ser acompanhadas por um profissional, como por exemplo um Business Coach, uma vez que, o Coach ensina as estratégias e as ferramentas que devem ser usadas a cada momento, para que o negócio cresça verdadeiramente ao invés de ir definhando até à morte. Ter ao seu lado um Business Coach dar-lhe-á a garantia de que a sua empresa terá um crescimento constante ano após ano, independentemente de qualquer factor externo.

As crises financeiras, a segurança e as alterações políticas não são factores determinantes para que um negócio não funcione. Tudo depende da visão e das estratégias que tenha o empresário. Começar a pensar como empresário, e deixar de pensar como trabalhador por conta própria, é o primeiro passo para poder desenvolver o seu negócio.

Está na hora de entrar em acção!!!

 
Inicie 2014 com o pé direito vindo assistir a um dos workshops gratuitos da Addimpact, venha conhecer as estratégias que uma equipa de Business Coaches certificados tem, para poder ajudar os empresários que querem e acreditam que é possível vencer a crise.

 
Paulo Anjos
(Business Coach e Director Geral)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Os nossos clientes (Odisseia da Lua)...

A Odisseia da Lua (ODL), empresa de catering sénior, surgiu de uma vontade enorme em dar respostas a um público sénior, cuja procura era inexistente dada á clara falta de adequação da oferta.

Odisseia da Lua


Quando a ODL surgiu, já partimos com uma base segura, com clientes fixos, a população sénior de 3 residências para Idosos. Com esta base segura conseguimos desenvolver ementas, fazer experiências e ajustar necessidades aos gostos de uma população de grande exigência.

Foram dois anos de desafio, de ajustes operacionais, de melhorias, de investimento no saber fazer com a implementação do sistema de qualidade.

Estávamos satisfeitas com a operacionalidade do investimento, contentes por construirmos um negócio do zero, no entanto, todo este investimento não nos estava a dar o retorno esperado, não aumentávamos a nossa carteira de clientes e a nossa mensagem não era divulgada.

Foi nesse momento que resolvi recorrer ao Paulo Anjos e à AddImpact, com sessões regulares de Coaching, para que pudesse encontrar a parte que faltava no meu negócio.

Com ele, revimos a missão, visão e valores da empresa com o intuito de clarificar os nossos colaboradores e conseguirmos que todos falassem numa só voz. Desenvolvemos momentos únicos, de trabalho em equipa, e assistiu-se a um verdadeiro vestir da camisola.

Com o Paulo também, superámos o principal desafio que tínhamos, criar uma oferta, uma proposta única de venda, e conseguimos!

Refeições Sénior por 4,50€, foi melhor do que o que esperávamos. Refeições caseiras, porque fazemos tudo de raiz e com ingredientes verdadeiros, controlamos o sal e apostamos nas mais variadíssimas formas de confeção para que o sabor se mantenha. Um menu completo com Sopa, prato e sobremesa.

Com a ajuda do Paulo, desenvolvemos o “departamento” de marketing, inexistente até esse momento, criámos linhas comerciais, desenvolvemos o site, participámos em eventos variados, com a postura certa e sempre com o sentido de ajudar o próximo.

São várias as pessoas que experimentaram as nossas refeições e até ao momento ninguém disse:” Não gosto”.

Acreditamos neste projeto e sem dúvida que o Paulo nos deu o suporte e as bases de um trabalho de sucesso, que continua a crescer e para o qual diariamente sinto que os ensinamentos ministrados estão enraizados em cada um de nós.

Ana Miranda

CEO - Odisseia da Lua
 
Fique a conhecer-nos melhor e faça as suas encomendas em http://www.odisseiadalua.pt/

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Prepara-se para começar 2014 sem um plano?

É comum dizer-se que os portugueses são excelentes quando se trata de resolver situações inesperadas, improvisando. É aquilo a que habitualmente designamos por capacidade de “desenrascanço”. Em oposição àquilo que encontramos nos povos do norte da Europa e também em alguns países asiáticos. Tudo isto não passa de uma atitude mental influenciada pela nossa cultura, ora as culturas podem e devem mudar particularmente num mundo globalizado em que é possível observar as melhores práticas e aquelas que conduzem ao sucesso.
Planear e antecipar os acontecimentos é particularmente relevante quando falamos do mundo empresarial. Temos já diversas provas de que os portugueses quer sejam empresários quer sejam trabalhadores por conta de outrem são capazes de mudar a sua mentalidade mesmo em áreas altamente competitivas e globalizadas do mundo empresarial, sem de forma alguma prescindirem da sua capacidade de adaptação a novos contextos. O nosso ADN de povo que se habituou a rumar para outras paragens e que na maioria dos casos se dedicou a actividades de cariz comercial, acentua essa nossa elevada adaptabilidade.

 Planeamos não para gerir o tempo, mas para conseguir optimizar o uso do mesmo.
Quando costumo falar de gestão do tempo, costumo citar o alvo temporal (excelente ferramenta de “gestão” do tempo). Esse alvo divide-se em quatro zonas, a zona externa em que estão todas as tarefas não importantes e não urgentes que é a zona da distracção. Segue-se a zona da ilusão que é a zona das tarefas urgentes mas não importantes. Mais próximo do centro do alvo está a zona da reacção, que parece ser a zona preferida dos empresários. Nesta estão todas as tarefas importantes e urgentes. Finalmente no centro do alvo está a ZONA de IMPACTO, onde estão todas as tarefas importantes mas não urgentes. Nesta estão incluídas todas as tarefas de planeamento estratégico. A começar pela correcta definição e divulgação da visão, missão e pontos de cultura da empresa. Segue-se a criação do BSC (Balanced Scored Card), onde são definidos todos os indicadores de performance chave da organização ( KPI- Key Performance Indicators). Desta forma fica construído o painel de bordo da empresa. É também na ZONA DE IMPACTO, que estão todas as tarefas de evolução pessoa e profissional, formação, auto-estudo, coaching, etc.  

Planear para tirar partido da bússola do nosso cérebro
Todos nós temos no nosso cérebro, uma espécie de bússola, que necessita de ser orientada para que o rumo seja o escolhido por nós, e não fruto do acaso. Essa bússola chama-se tecnicamente S.A.R. (Sistema de Activação Reticular), a existência de objectivos escritos e permanentemente visíveis e revisitados funciona como uma espécie de campo magnético que ajudará o nosso S.A.R a encontrar o Norte.   

É precisamente graças ao S.A.R. que nós temos a capacidade de definir rapidamente os caminhos mais rápidos para chegar aos objectivos definidos previamente, daí que se tivermos feito a clara definição dos pontos atrás mencionados, muito provavelmente iremos alcançar o sucesso com que sempre sonhamos.

Planear para agir, criar momentum.
Outra das actividades de planeamento é a construção de um plano de acção, que deve incluir um plano de vendas e marketing, bem como a definição de todas as estratégias e acções que são imprescindíveis por em prática para que no final o plano se concretize e se alcancem os objectivos definidos.

Não abandonar o plano à mínima contrariedade, ajustá-lo sempre que necessário
Frequentemente os empresários, não só os portugueses mas de uma maneira geral os ocidentais, não têm a paciência necessária para esperar pelos resultados. Há mínima contrariedade colocamos o plano de lado e passamos a navegar à vista. Temos de nos habituar a planear, partindo do longo para o curto prazo e a criar planos flexíveis, que se possam ir ajustando à medida que vão chagando os primeiros dados reais.
Aqui creio que temos de aprender com os asiáticos que definem planos de longo prazo e raramente actuam sem planear primeiro

Ninguém planeia falhar, mas todos falamos se não planearmos
Estamos perto de um novo ano. Se queremos que 2014 seja diferente para melhor do que 2013 devemos desde já começar a planear o novo ano.
Uma das primeiras acções é construir um orçamento, baseado no histórico do negócio, assim como nas expectativas de crescimento do mercado onde actuamos.
Para tudo isto devem contar com o apoio de um Coach da Addimpact, nós temos as metodologias mais simples e testadas em diferentes negócios e ambientes culturais, para produzir os resultados desejados.
 
 
Está na hora de entrar em acção!!!
 
Inicie 2014 com o pé direito vido assistir a um dos workshops gratuitos da Addimpac, venha aprender como planear pode ser um exercício, para além de importante, extremamente simples, motivante e revelador.
A Addimpact deseja a todos votos de um excelente 2014.


Paulo Anjos e Paulo Pereira

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Crie uma “ponte” SMART para 2014


Estamos no fim do ano, época de reunião, família e festa, mas também de reflexão, balanço e definição de metas e objectivos pessoais, profissionais e empresarias, pelo menos para o próximo ano.
O elemento mais importante de um plano financeiro pessoal, profissional e empresarial é o estabelecimento de metas. A fixação de metas requer estabelecer que sonhos são os mais importantes para si, para a sua família e para o seu negócio, e como os usar como base para a definição de objectivos SMART.



Mas afinal o que são objectivos SMART (Inteligentes se traduzirmos à letra para português)?

Na caracterização de objectivos, SMART é uma sigla e tem um significado muito mais profundo do que apenas smart (inteligente em português). SMART é a representação de: Specific, Measurable, Achieveable, Result Oriented e Timed.

Específicos (Specific): por si mesmos indicam o que fazer.

Medíveis ou Mensuráveis (Measurable): descrevem uma quantidade de dinheiro, uma outra unidade de medida, ou uma acção a ser executada. Geralmente mede-se através de um número.

Alcançáveis ​(achieveable): os membros da equipa sabem e chegam a acordo sobre o que deve ser alcançado, a meta a ser atingida.

Orientado para Resultados (Result Oriented): o objectivo a ser alcançado deve ser consistente com os recursos disponíveis para fazê-lo.

Com prazos (Timed): os planos devem ter uma data definida, dentro do qual devem ser alcançadas as metas.

Sonhos Financeiros
A primeira tarefa que suporta a metodologia SMART é a preparação de um quadro com objectivos e sonhos profissionais e financeiros, que por sua vez, é uma ferramenta prática e uma argumento para que qualquer elemento de uma equipa de trabalho se sentar a discutir, quais são essas metas e comprometer-se com elas.
A definição de prioridades é fundamental, pois é essa definição que define o que se irá fazer primeiro. Os objectivos não devem ser demasiados, devem ser apenas dois ou três, e os sonhos mais fortes e mobilizadores serão também os que definem as prioridades.
Há que ser selectivo. A definição e registo de objectivos segundo a metodologia SMART é parte integrante da implementação do plano e uma forma de manter o controlo do que é alcançado e o período em que é conseguido.

Prioridades
Com a equipa reunida, seguramente todos os sonhos profissionais e financeiros serão evidenciados. Então entre todos, cabe definir a importância de cada sonho e ordená-los do menor para o maior.
Quando os objectivos são colocados sobre a mesa, os que podem ser alcançados no prazo de um mês têm de agrupar-se na categoria de curto prazo. Dessa lista, seguramente longa, seleccionam-se dois items por grupos de objectivos. O mesmo procedimento deve ser seguido com a lista de objectivos de longo prazo.
O registo dos items é o ponto de partida para o desenvolvimento dos objectivos. Alguns destes vão requerer recursos, mas outras acções. A fixação de objectivos é um processo permanente: logo que se alcancem umas, podem começar outras.

Não devemos esquecer que o êxito económico e profissional não aparece sozinho. É importante construir dia-a-dia as nossas decisões respeitantes a: trabalho, poupança, planos de contingência, etc.      

Se necessite de ajuda especializada para que o seu negócio entre na rota do sucesso empresarial, comece por vir assistir a um Workshop gratuito da AddImpact, ou envie um e-mail para geral@addimpact.pt com o assunto “Quero um negócio de sucesso”, para que um dos nossos Coaches certificados o possa ajudar.

Paulo Anjos

Business Coach         

As 5 Regras de Ouro de Um Plano de Negócios.


Tem um pequeno negócio, e gere-o diariamente sem um planeamento com horizonte temporal superior a um mês?
Você sabe onde quer ou pode chegar com o seu negócio?



Se sua resposta é sim, talvez devesse começar por desenhar um plano de negócios.

A grande maioria dos empresários embarca na aventura de construir um negócio, sem ter previamente criado um plano de negócios, eu diria que é o equivalente a um capitão de um navio que inicia uma viagem sem ter mapas nem instrumentos de navegação para se orientar.
Aceitaria viajar num navio, nestas condições?

Então porque aceitou entrar no mundo dos negócios desta forma?

Os erros mais comuns que as PME’s cometem são: empresas dirigidas por muitos chefes e sem um fio condutor comum, desconhecimento de algumas competências básicas, como marketing, actividades de prospecção muito débeis, operação não controlada e gestão financeira praticamente inexistente.
Para ajudá-lo a dar viabilidade ao seu negócio e gerar grandes resultados nos seus  primeiros anos , recomendo-lhe que siga estes 5 simples passos na definição do seu plano de negócios:

1.       Definir claramente o seu negócio. O primeiro passo passa por definir a missão, a visão e os objectivos da sua empresa. A missão estabelece o propósito central e a razão de ser de um negócio: Que actividade quer realizar e porquê? A Visão define a meta ou o caminho para o qual uma empresa se dirige a longo prazo. Quais são os seus objectivos e benefícios que vai obter? Serve também para definir as metas e funciona como incentivo para orientar as decisões estratégicas. Quer ser líder no seu sector de actividade? Quer ser o melhor? Os objectivos definem-se em função da missão e visão. Onde que estar em 5 anos? Que nível de vendas deseja alcançar?

 
2.       Definir a imagem que quer projectar no mundo dos negócios. Deve apoiar-se em dados que sirvam para tomar decisões claras sobre o negócio. Por exemplo, quantos produtos deve fabricar ou vender. Estudar estes dados permite efectuar uma análise ao seu negócio, e daí partir para as áreas de marketing: publicidade, promoção, gestão de imagem, etc.
 

3.       Definir a operação da empresa. Depois de ter definido a imagem da empresa e a imagem a utilizar no seu marketing, deve definir a operação: desde a localização da empresa até como vender o produto. Um bom conselho é observar a empresa concorrente mais bem posicionada e adoptar as melhores práticas de produção e adaptá-las ao seu negócio.

“Este é um grande problema das empresas que iniciam a sua actividade: não definem estes princípios básicos desde o inico e acaba por tudo ser feito de improviso, sem fio condutor e muitas vezes com avanços e recuos, ao sabor de ordens contraditórias.”
 

4.       Gestão Financeira. Muitos empresários gerem os investimentos no seu negócio, baseados em cálculos muitas vezes superficiais, conselhos de amigos e até mesmo palpites. Por isso mesmo não sabem explicar um cálculo razoável. Todo o negócio deve partir de um planeamento financeiro. O empresário deve definir ponto por ponto o que vai gastar para iniciar o negócio.
 

5.       Comparação com a concorrência. É importante que meça as suas capacidades face aos competidores mais próximos do seu negócio. A ideia é começar por efectuar comparações ao nível financeiro e posteriormente estende-las a outras áreas.

A comparação permitir-lhe-á ver os seus próprios pontos fortes e fracos, bem como os dos seus competidores. Uma situação financeira mais saudável do que a dos seus competidores, reforça as possibilidades de crescimento e expansão do negócio.

Se necessite de ajuda especializada para que o seu negócio entre na rota do sucesso empresarial, comece por vir assistir a um Workshop gratuito da AddImpact, ou envie um e-mail para geral@addimpact.pt com o assunto “Quero um negócio de sucesso”, para que um dos nossos Coaches certificados o possa ajudar.

Paulo Anjos

Business Coach